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Alunos de Direito discutem a presença da Mulher no mercado de trabalho
Data publicação 10/12/2018
Na noite de 21 de novembro, em uma proposta de alunos do 2º período do curso de Direito da Rede de Ensino Doctum de Caratinga, o Coreto Ronaldo Calazans localizado na Praça Cesário Alvim, centro da cidade, foi palco de uma roda de conversa, na qual foi abordado o tema “A Mulher no Mercado de Trabalho.
 
Participaram da organização do evento os alunos Antônio Lopes das Chagas, Isadora Letícia de Souza Santos , Lindah Kellyn dos Reis Cândido, Maria Luíza Souza Oliveira e Roseana Linda de Souza, sob a supervisão e orientação da professora, Alessandra Baião.
 
Segundo a acadêmica Mariz Luíza, no início do semestre, a professora Alessandra Baião lançou a ideia de se discutir a inserção de minorias e o reconhecimento das diferenças estabelecidas pela sociedade. Coube aos alunos escolher “as mulheres” como grupo de minorias e decidiram trabalhar sobre a inserção delas no mercado de trabalho.
 
Assim sendo, o grupo de alunos promoveu a realização do evento, tendo como objetivo estabelecer o debate sobre o tema escolhido, dando oportunidade à troca de conhecimentos e à análise das mais variadas opiniões e argumentos. 
 
Na preparação do encontro, os alunos tiveram a preocupação em buscar mulheres que ocupam cargos de destaque no mercado de trabalho, geralmente dominados pelos homens.
 
Assim sendo, o encontro contou com a participação de mulheres de vários segmentos, que promoveram uma conversa na qual puderam compartilhar as suas experiências de vida e a luta diária, buscando conquistar maior reconhecimento em toda sociedade.
 
Entendendo existir uma dívida história com as mulheres, pelo fato de ainda existir uma sociedade patriarcal, os alunos procuraram propor reflexões no sentido de rever certas concepções e condutas perante a luta  da mulher, visando valorizá-la, promover sua dignidade e quebrar padrões, trazendo junto a isso a sua própria aceitação, na medida em que essa realidade não é apenas um problema jurídico, mas também social.
 
Ao final das discussões, chegou-se à conclusão quanto à necessidade de acontecer o reconhecimento, pela sociedade, da pluralidade e diversidade de seus membros, estabelecendo uma existência livre, trazendo à tona uma comunidade que seja capaz de proteger o princípio da coexistência de multiplicidade.
 
Muito satisfeitos com os resultados do encontro, os estudantes acreditam que, na vida acadêmica, quando é trabalhado o reconhecimento das diferenças e os princípios estabelecidos pelos Direitos Humanos ocorre o crescimento do saber jurídico.
 

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