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Chuvas livrarão Caratinga do desabastecimento de água
Data publicação 29/10/2018
Caratinga e demais municípios da região não deverão enfrentar problemas de desabastecimento de água durante o próximo verão. De acordo com os estudos meteorológicos, Minas Gerais terá um volume de chuvas durante o período apenas um pouco abaixo da média histórica.
 
A informação dos meteorologistas tranquiliza a população de Caratinga que nos últimos anos tem convivido com o fantasma do desabastecimento de água, devido à inexistência de reservatórios na cidade que possam garantir o abastecimento em caso de um período maior de estiagem.
 
A boa notícia foi transmitida por Ruibran Januário dos Reis, um dos mais respeitados meteorologistas do País, durante visita feita à cidade de Governador Valadares, em entrevistas concedidas à imprensa daquela cidade.
 
Segundo o meteorologista, no último inverno, Minas Gerais enfrentou condições climáticas atípicas, com a ocorrência de chuvas em praticamente todas as regiões do Estado, em um período que historicamente é seco.
 
No mês de outubro, o volume das chuvas tem se mantido dentro da média histórica. Porém, de acordo com as previsões de Ruibran dos Reis, o mês de novembro já será marcado por baixo índice de precipitações.
 
Já no mês de dezembro, como avalia o meteorologista, o volume de chuvas atingirá 80% da média histórica, o que ele considera uma boa notícia, sendo que o mês de janeiro será o mais abundante em chuvas do período de verão.
Conforme ele acredita, fevereiro será um mês com reduzidas possibilidades de ocorrência de chuvas, devido a bloqueios que impedirão a chegada de frentes frias, sendo o mês mais quente do verão, com as chuvas retornando à normalidade para o mês de março.
Diante deste cenário, ele prevê que o volume de chuvas durante o atual período chuvoso fique entre 10 a 20% inferior à média histórica, com a ocorrência de um total de 950 a 1000 milímetros de chuvas em todo o período.
 
Obras da Copasa
As previsões dos meteorologistas são muito bem recebidas pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) que, ainda não concluiu as obras de captação de águas do Rio Preto, medida emergencial a ser utilizada em caso de queda na captação da unidade instalada no Córrego do Lage.
 
De acordo com previsão inicial feita pela concessionária deveriam ser concluídas neste mês de outubro, o que não acontecerá. Respondendo a questionamento feito pela TV Super Canal, em nota, a Copasa informou que, até agora, foram realizados 68% das obras do sistema de captação, que deverão estar totalmente concluídas em maio do próximo ano.
 
Justificando o atraso na conclusão da obra no prazo inicialmente previsto, a Copasa informou que, em decorrência das chuvas na região nos últimos meses, foi necessário fazer a alteração no cronograma de serviço. 
 
Das obras que compõem o sistema de captação das águas do Rio Preto já foi instalada a adutora de água bruta, que já foi testada e aprovada. Na implantação do sistema, a concessionária está investindo recursos da ordem de mais de R$ 5 milhões.
 

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