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Hercílio Coelho Diniz abriu mão de recursos do Fundo Partidário
Data publicação 05/10/2018
Na terça-feira, 02, o empresário Hercílio Coelho Diniz, candidato a deputado federal pelo MDB, esteve em Caratinga, participando de uma grande carreata, percorrendo as principais ruas do centro da cidade, acompanhado por apoiadores e simpatizantes de sua candidatura no município e demais cidades da região, entre os quais o  vice-prefeiro, Dr. Giovanni, 0 ex-vice-prefeito de Caratinga, Aluísio Palhares, e os vereadores Rominho Costa, Johny Claudy Fernandes e Helinho. Ao contrário da maioria dos demais candidatos, Hercílio preferiu não utilizar em sua campanha recursos provenientes do Fundo Partidário.
 
Com a proibição das doações empresariais paras campanhas eleitorais, nas eleições deste ano, o Fundo Partidário, recurso repassado pelo Governo Federal aos partidos políticos, existente desde 1965, para a manutenção de suas atividades e que, no começo desse ano, teve seu uso eleitoral autorizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ganhou o reforço do Fundo Eleitoral, instituído em 2016, e que também possibilita o uso de recursos públicos para as despesas de campanhas eleitorais.
 
Neste ano, a soma dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral chegou a mais de R$ 2,5 bilhões, dividido entre os partidos políticos, observando-se a proporcionalidade do número de cadeiras que cada legenda ocupa na Câmara dos Deputados.
 
Grande parte dos candidatos, cujos partidos têm verbas provenientes destes dois fundos, fizeram uso dos recursos. Em Minas Gerais e no Leste de Minas a situação não é diferente. Entre os candidatos com campanhas mais expressivas, o Hercílio Coelho Diniz, que disputa uma eleição pela primeira vez, é uma das raras exceções, preferindo não utilizar os recursos do Fundo Partidário.
 
O candidato esclareceu sua posição. “Foi-me oferecido esse recurso, no valor de R$ 1,5 milhão, mas não acho certo custear campanha política com dinheiro público. Se pensarmos em todos os partidos, em todos os estados brasileiros, a dotação desses recursos poderia ser destinada à Saúde, à Educação, aos cuidados e investimentos que a população precisa. Além disso, não considero a distribuição deste fundo igualitária para com os candidatos. Não existem critérios pré estabelecidos que coloquem todos em condições de igualdade ou, sequer, que garanta que esse fundo vá chegar a todos que pleiteiam uma cadeira na Câmara dos Deputados. E não é assim que se gere os recursos públicos. O que for feito com dinheiro do povo deve ser feito com a maior isonomia, transparência e igualdade. É preciso acabar com esse tipo de privilégio”.
 

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