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Artigo: Gestão responsável – seriedade e respeito com o recurso público
Data publicação 23/07/2018
Em Minas Gerais, a Assembleia Legislativa é peça de uma engrenagem complexa e indispensável ao desenvolvimento do estado e do País. Nós, deputados estaduais, lidamos com situações e grupos diversos. E não podemos errar na condução desse processo, pois as decisões que tomamos impactam na vida de todos.
 
Sabedor disso, como Presidente da Casa Legislativa de Minas Gerais, exerci a sua administração de forma democrática. Busquei, a todo custo, gerar resultados e soluções, coordenando processos junto aos meus colegas e elegendo prioridades sempre com o foco no bem-estar da sociedade.
 
Não cabe à presidência da Casa o papel de centralizar decisões e distribuir ordens. Por isso, atuei como um agente facilitador, respeitando as opiniões que divergem, atento ao que o outro tem a complementar, com ética e transparência no uso do recurso público. 
 
Praticando uma gestão responsável, trabalhamos dentro do orçamento, enxugando custos e apresentando respostas para um sem número de questões que nos são apresentadas diariamente pela população do estado.
 
Os meios para a eficiência nas ações da Assembleia foram o diálogo e a seriedade na administração. Afinal, investir bem a verba pública é respeitar o dinheiro de todos os mineiros.
 
Com moderação e otimização dos recursos, em nenhum momento foi preciso solicitar acréscimos ao orçamento da Assembleia Legislativa para ela funcionar com excelência.
 
Ao contrário, conseguimos administrar com acuidade e cortamos mais de 40% do custeio da ALMG. Isso significa cautela e zelo - tão próprios dos nascidos nessa terra e uma característica obrigatória a qualquer gestor público.
 
Não tem segredo para o crescimento na eficácia da gestão atual da Assembleia: é só fazer o que é certo e não gastar mais do que se arrecada. Assim, seguimos controlando os custos, descartando o supérfluo, priorizando o essencial e cultivando sempre um comportamento preventivo. Quem se organiza, prevê os contratempos e se prepara pra isso. Quem quer pagar em dia, economiza e faz render a verba que lhe cabe administrar.
 
Há ainda muito a ser feito, pelo estado. Aqueles que ainda não perceberam que os gestos demagógicos vem perdendo espaço para a seriedade e o compromisso com as contas públicas, estão fadados a viver no Brasil do passado, o país onde a população deixou de acreditar em quem as representa.
 
Agora, o remédio para o distanciamento criado entre os políticos e o povo não está em modernizar o discurso, mas em mostrar por meio de ações a competência na gestão do que é de todos e a capacidade de liderar sabendo conciliar.  Tudo isso com a base sólida da honestidade e da transparência, obrigação de todo o detentor de cargo público.
 
Se não for assim, nosso futuro está comprometido. Seremos menores do que podemos ser, limitados por vícios nocivos e antigos, cegos por um olhar que se limita a enxergar o presente, sem uma visão de futuro.
 
Por isso, independentemente de ideologias, precisamos todos compreender que é chegado o tempo de colocar em prática o que sempre esteve presente nos discursos: priorizar o bom uso dos recursos públicos e trabalhar com seriedade para que eles retornem como benefícios e benfeitorias para a sociedade.
 
Mais do que um ótimo começo, um caminho que se faz urgente seguir. ( Por Adalclever Lopes - Deputado Estadual e Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais)
 

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