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Gripe: Vacinação prorrogada até dia 15
Data publicação 11/06/2018
Em decorrência da greve dos caminhoneiros, que paralisou as rodovias em todo o País, o Ministério da Saúde determinou a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação Contra Gripe até a sexta-feira, 15. Inicialmente, estava estabelecido que a campanha, iniciada em 23 de abril, seria finalizada no dia 1º de junho, porém, devido aos possíveis impactos causados pela manifestação sobre a programação dos atendimentos previstos, o Governo Federal optou por adiar seu encerramento.
 
Meta
O Ministério da Saúde espera alcançar a meta de 90% de imunização do público alvo da campanha, a saber: pessoas idosas a partir dos 60 anos; crianças a partir de seis meses à menores de cinco anos de idade; gestantes e puerperais de até 45 dias após parto; profissionais e trabalhadores do setor de saúde; professores e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.
A vacina encontra-se disponível em todas as unidades de saúde do município e as pessoas inseridas no público alvo que ainda não foram vacinadas devem procurar a unidade mais próxima de sua residência para se imunizar. O Ministério da Saúde alerta que a vacina é contraindicada às pessoas alérgicas ao ovo.
 
A doença
A gripe acomete milhares de pessoas a cada ano, sendo uma infecção aguda do sistema respiratório, transmitida pelo vírus influenza, com elevado potencial de transmissão. A doença se inicia com febre, dores musculares e tosse seca. Geralmente tem evolução por período limitado, variando entre um a quatro dias, porém, ela pode se apresentar de forma grave.
De fácil propagação, a transmissão da gripe ocorre através de secreções das vias respiratórias de pessoas contaminadas, sendo possível acontecer contaminação por contato com objetos contaminados pelo vírus. A doença é responsável por altas taxas de internação hospitalar e os idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunodeficiência são mais vulneráveis ao vírus.
 
Reações
Não é raro pessoas apresentarem reações logo após se vacinarem. As reações mais frequentes, que se manifestam entre um e dois dias após a vacinação, são: febre, dor de cabeça, tosse, fadiga, dor, vermelhidão, coceira e inchaço no local da aplicação. Com raridade podem ocorrer outros sintomas, como a Síndrome de Guillain-Barré, cuja incidência é de um a dois casos para cada um milhão de pessoas vacinadas. Também pode ocorrer reações alérgicas, desde que a pessoa seja alérgica a algum dos componentes da vacina.
 

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