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Cruzeiro é campeão Mineiro
Data publicação 09/04/2018

Não faltou emoção. O Cruzeiro venceu o Atlético por 2 a 0, neste domingo,08, no Mineirão, e conquistou o 37º título mineiro de sua história. 

Os gols da equipe celeste foram marcados por Arrascaeta, aos 3 minutos do primeiro tempo, e por Thiago Neves, aos sete minutos da segunda etapa.

Em um jogo em que os ânimos estiveram exaltados desde o apito inicial, a expulsão de Otero, aos 21 minutos do primeiro tempo, após desentendimento com o lateral Edílson, foi determinante.

Soberano, e com o apoio da torcida, que lotou o Gigante da Pampulha, o Cruzeiro se impôs, e conseguiu marcar os dois gols de diferença que precisava para reverter a vantagem do rival e conquistar o caneco.

Já o Galo, apesar da entrega de seus jogadores, não conseguiu ameaçar o gol de Fábio, e, com um jogador a menos, esbarrou na boa marcação do time comandado pelo técnico Mano Menezes.

Depois de conquistar o título Mineiro após quatro anos, o Cruzeiro, agora, volta às atenções para a estreia no Campeonato Brasileiro, em que vai enfrentar o Grêmio, no próximo sábado,14, no Mineirão. 

O Atlético, por sua vez, tem pela frente a estreia na Copa Sul-Americana, na próxima quarta-feira (11), contra o San Lorenzo (ARG), às 19h15, em Buenos Aires. 

Início avassalador
Precisando reverter a vantagem do rival, o Cruzeiro começou a partida pressionando o Atlético. Logo aos 3 minutos, Egídio cruzou pela esquerda, Arrascaeta pegou de primeira, e Victor fez grande defesa. 

Na continuação da jogada, Edílson levantou na área, e o uruguaio, sozinho, se antecipou ao goleiro alvinegro, para abrir o marcador para a Raposa. Foi o sexto gol, em 13 clássicos disputados por Arrascaeta. 

Sem a mesma intensidade dos minutos iniciais, a partida seguiu com os ânimos exaltados. Jogadas ríspidas e desentendimentos entre os jogadores pautaram a primeira etapa. 

Aos 19, a primeira boa chance para o Galo. Cazares cobrou falta central ao gol de Fábio, e a bola passa por cima, com perigo à meta celeste. 

Aos 21 minutos, Otero e Edílson se estranharam em dividida próxima à linha lateral. Pior para o atleticano, que atingiu o lateral-direito com um soco e foi expulso. Edílson, por sua vez, levou o cartão amarelo por levantar o pé e tentar atingir o meia.  A punição distinta para os dois jogadores, aplicadas pelo árbitro Luiz Flávio de Oliveira, gerou muitas reclamações do lado atleticano. 

Aos 30 minutos, quase o segundo do Cruzeiro. Thiago Neves cobrou falta perigosa, próximo à àrea do Atlético, e Victor fez boa defesa. 

Passado o susto com a expulsão de Oteto, o Atlético conseguiu controlar as investidas da equipe celeste, e impediiu que o placar fosse ampliado no primeiro tempo. 

Segundo tempo
O Cruzeiro voltou para o segundo tempo com Mancuello no lugar e Edílson. E foi o argentino que teve a primeira chance, no primeiro minuto da etapa final. Após escanteio cobrado por Thiago Neves, a bola sobrou para Mancu, que desviou de cabeça, com perigo, à direita de Victor. 

Dois minutos depois, Robinho arriscou de fora da área, e o goleiro atleticano espalmou para lateral. 

Aos sete minutos, a pressão do Cruzeiro surtiu efeito, mais uma vez. Robinho cruzou pela direita, e Thiago Neves se antecipou à defesa do Atlético para marcar o segundo gol. 

Com a vantagem que precisava para levar o título, o Cruzeiro diminuiu o ritmo, e, sem sustos, controlou o placar até o apito final. 

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