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Notícias
Coluna Fato Capital 12/11
Data publicação 13/11/2017
Pimentel vai manter aliança com PMDB
Não adiantou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. De nada adiantará a recomendação contrária do presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR). Muito menos as críticas de diversas correntes do PT. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), vai manter a aliança com o PMDB na corrida pela reeleição ao Governo de Minas em 2018. O petista recebeu para um almoço uma comitiva formada por deputados estaduais e federais do PMDB para “oficializar” a manutenção da aliança. O ato teve apenas valor simbólico, já que a definição de alianças vai depender das convenções, tanto de PT quanto de PMDB, que só ocorrerão em 2018. Mas mostra que a reeleição do governador está condicionada ao apoio do PMDB e que o PMDB entrará para a disputa no ano que vem desfigurado.   
 
Peemedebistas dizem que aliança é a mais “acertada”
Essa mesma comitiva de deputados estaduais e federais mineiros enviou carta ao senador Romero Jucá pedindo a garantia da coligação com o PT na eleição de 2018. Na carta, os peemedebistas pedem “que haja, da parte da executiva nacional manifestação expressa sobre a garantia de que o PMDB de Minas poderá fazer as coligações que julgar mais acertadas para o pleito de 2018”. O texto diz ainda que, “no momento, é a coligação que parece mais promissora”.  Na carta, os deputados dizem que a aliança com os petistas em 2014 foi acertada, pois foi a que garantiu mais cadeiras ao PMDB, que hoje ocupa também quatro secretarias de Estado. O documento é assinado por cinco dos seis deputados da bancada federal e pela maior parte da executiva estadual do partido.
 
Migração para outros partidos
O vice-presidente da Câmara, deputado federal Fábio Ramalho, e o presidente da Assembleia, deputado estadual Adalclever Lopes, endossam a carta. Eles defendem a manutenção da aliança com o Pimentel. O presidente da executiva estadual, vice-governador Antônio Andrade, porém, está rompido com Pimentel e prega uma candidatura própria do PMDB em Minas. Nesta semana, Andrade também esteve em Brasília para falar com Jucá sobre o assunto. No documento, os deputados também mencionam a possibilidade de que o partido proíba coligações com o PT em 2018 e diz que já há sinais de migração para outras siglas caso isso ocorra. “Alguma instabilidade está sendo gerada no partido em Minas com a insinuação de que será proibida por Brasília a coligação com o PT. Esses movimentos e outros que o acompanham estão gerando apreensão do partido em Minas, já havendo sinais de migração de candidaturas para outros partidos, bem como desistências de candidaturas de grande e tradicional apelo.”
 
Aécio compra briga com cúpula do PSDB
O senador Aécio Neves indicou o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman para o lugar do presidente interino do partido, o senador Tasso Jereissati (CE), que foi destituído. Goldman deve ocupar o posto até 9 de dezembro, quando está marcada a convenção nacional do partido. Aécio argumentou que queria “isonomia” na disputa pela presidência do PSDB. Tasso disputa o cargo com o governador de Goiás, Marconi Perillo. Ele inicialmente pediu que Tasso deixasse o comando do partido. Como resposta, ouviu que se ele quisesse mudança no cargo deveria decidir pela destituição de Tasso. Tasso assumiu interinamente o comando do partido em maio, após Aécio se licenciar do cargo por ter sido gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário e delator Joesley Batista.
 

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