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Notícias
Coluna Fato Capital
Data publicação 06/11/2017
Lula lidera DataPoder com 12 pontos à frente Bolsonaro
 
Uma semana depois de o Ibope apresentar, sem alarde, cenário parecido para a corrida presidencial em 2018, o DataPoder divulga pesquisa estimulada que também coloca o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto, com 32%. Jair Bolsonaro (PSC) aparece em segundo, com 20%. Bem atrás, surgem o governador de São Paulo, Geraldo  Alckmin (PSDB), com 7%, Marina Silva (Rede), com 6%, e Ciro Gomes (PDT), com 5%. A 12 meses das eleições, Lula e Bolsonaro se consolidaram em suas posições nos levantamentos feitos desde abril. O instituto de pesquisas vem testando nomes que parecem ser os mais certos na corrida presidencial. Possíveis candidaturas como a do prefeito de São Paulo, João Dória, e a do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, não vem sendo testadas.   
 
Sem petista na disputa, votos nulos somam 40%
 
O DataPoder também testou um cenário sem Lula. Nele, o líder nas pesquisas hoje é Bolsonaro. O excapitão do Exército e agora deputado federal pelo Rio de Janeiro (filiado ao pequeno PSC) marca 23% ou 24%, a depender do cenário em que seu nome é testado. Os principais adversários de Bolsonaro aparecem embolados em 2º lugar, todos empatados tecnicamente na margem de erro da pesquisa. Ciro com 14%, Alckmin com 10% e Marina Silva com 9%. Quando o nome de Lula não está entre os possíveis candidatos, de 37% a 40% dos entrevistados dizem que anularão o voto. Com Lula, o grupo de “não voto” varia entre 28% a 29%. O certo é que há entre os eleitores brasileiros muitos que escolheriam hoje votar em branco ou anular, que estão indecisos ou que optariam por não indicar ninguém listado na pesquisa.  
 
João Doria, Geraldo Alckmin e PSDB
 
A “onda João Doria” arrefeceu. O prefeito de São Paulo caiu lentamente de julho a outubro. Já o governador paulista, Geraldo Alckmin, avançou ponto a ponto nesse período. Hoje, não há dúvida: o político mais bem posicionado internamente no PSDB para ficar com a vaga de candidato a presidente é Alckmin, embora não esteja clara a chance de vitória do tucano na disputa do ano que vem. Daí a tentativa de um grupo de tucanos de convencer Alckmin a ser o novo presidente do partido. Com a medida, essa ala tucana acredita que o partido não entraria rachado na disputa presidencial do ano que vem, o que pode ser fatal para suas pretensões do PSDB. A crise no comando do PSDB vem desde maio, quando o senador Aécio Neves teve de se licenciar do cargo após ter sido gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista.
 
Ciro Gomes é candidatura “irreversível”
 
Em um cenário sem Lula na disputa, Ciro Gomes aparece em segundo, atrás de Bolsonaro, com 14% das intenções de voto. O nome do PDT tem aparecido na mídia com um discurso forte. Na semana passada, Ciro protagonizou dez minutos do programa partidário do PDT em rede nacional de TV. O presidente nacional do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi vê com bons olhos o resultado da pesquisa. Aliado de Lula de longa data, Lupi diz que Ciro é uma candidatura “irreversível, imutável e imexível”. Porém, não está tão claro assim se o ex-governador cearense será o nome à esquerda que vai se beneficiar da ausência de Lula em 2018.

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