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Confira os destaques do coluna Fato Capital de Alex Capella
Data publicação 31/07/2017

PSDB e PP ainda sonham com Anastasia

Com dificuldades para emplacar na disputa pelo governo alguém que seja visto como o “novo" e esteja descolado do rótulo de “afilhado” do senador Aécio Neves (PSDB), o grupo que comandou Minas Gerais, entre 2003 e 2014, majoritariamente formado por nomes do PSDB e PP, ainda acredita na candidatura do senador Antonio Anastasia (PSDB) em 2018. A hipótese é mínima, sendo que o próprio senador, inúmeras vezes, descartou internamente a possibilidade de tentar voltar ao governo. Mas os aliados, na falta de um nome novo que tenha base política, insistem para que Anastasia reveja a sua posição e volte a liderar o grupo rumo ao Palácio Tiradentes.


Dinis Pinheiro é a realidade
Na ausência de Anastasia, uma ala do PSDB, ao lado de PP, DEM, PTB, PPS e SD trabalham com o nome do ex-deputado Dinis Pinheiro (PP). Pinheiro montou uma estrutura de pré-campanha e vem participando de todo tipo de evento pelo Estado. Os integrantes da estrutura fazem a gestão da imagem do ex-deputado, encomenda pesquisas e analisa bancos de dados em preparação para as eleições. Nas primeiras sondagens para as eleições de 2018, porém, Pinheiro aparece timidamente, mesmo com a intensa presença nos eventos políticos no interior de Minas.


Futuro incerto
O principal ponto para os partidos é saber se o governador Fernando Pimentel (PT) terminará ou não o mandato e se concorrerá à reeleição. Investigado na Operação Acrônimo, o petista é alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que definirá se ele pode ou não virar réu e permanecer no cargo. Dessa situação depende, por exemplo, qual grupo do PMDB terá mais força, seja para emplacar candidatura própria ou tentar mais uma eleição com a vaga de vice-governador. O PSDB também pode se juntar a uma candidatura alinhada ou de oposição, dependendo de quem for o titular. Na avaliação dos envolvidos, tudo pode acontecer.


Ponto pacificado
No PMDB, a candidatura própria está pacificada e tem como principal apoiador o grupo formado pela maioria dos deputados federais, alinhado ao vice-governador e presidente estadual da Legenda, Antônio Andrade. Nesse cenário, o nome do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco, desponta como favorito. Alguns nomes da bancada estadual ainda trabalham por uma aliança pela reeleição do governador. Nesse caso, o nome trabalhado para ser vice na chapa é o do presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes. O grupo de Adalclever trabalhava para tentar tirar o vice-governador do comando da legenda no Estado, o que facilitaria a repetição da dobradinha com o PT. Mas a estratégia naufragou com a confirmação de Andrade no posto.


Socialista corre por fora
Quem corre por fora e, por enquanto, isolado é o ex-prefeito e presidente do PSB mineiro, Marcio Lacerda. Ele insiste em se lançar como pré-candidato ao governo, mas não tem unanimidade nem no seu próprio partido. Desde que deixou a Prefeitura de Belo Horizonte, em 31 de dezembro, Lacerda tem viajado pelo interior para garantir visibilidade no Estado. O ex-prefeito dedica atenção especial à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).


Prefeitos de olho
Outro nome também citado em uma possível aliança com Pimentel, caso ele seja afastado do governo, é o do prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PHS). No entanto, integrantes do PHS e aliados do prefeito acham essa chance remota, pois o desejo de Kalil é de terminar o mandato, promessa feita por ele durante a campanha. No PHS, o nome interessado em participar dessa disputa é o do prefeito de Betim, Vittório Mediolli.

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