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Pimentel e mais quatro governadores estão na lista de Janot
Data publicação 16/03/2017
A lista com os 83 pedidos de inquéritos enviada ao STF pela Procuradoria Geral da República continua sob sigilo. No entanto, na noite desta quarta-feira,15, a TV Globo divulgou mais alguns dos nomes de políticos que podem ser investigados depois da delação de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht.
 
São cinco governadores e seis ministros do governo Temer na lista dos pedidos de investigação, além de outros nomes de deputados, senadores e ex-parlamentares.
 
Os governadores citados nas delações divulgados pela TV Globo são: Renan Filho (PMDB), de Alagoas; Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro; Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais; Tião Viana (PT), do Acre; e Beto Richa (PSDB), do Paraná.
 
Além disso, um sexto ministro do governo Temer pode ser investigado: Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços). Nessa terça-feira, já havia vazado outros cinco nomes: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) e Bruno Araújo (Cidades).
 
Além disso, a lista de Janot inclui os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, mas como os petistas perderam o foro privilegiado, os casos devem ser remetidos à primeira instância.
 
Os senadores que vão para análise do Supremo Tribunal Federal (STF) são: Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT-AC), Marta Suplicy (PMDB-SP) e LÍdice da Mata (PSB-BA). Já os deputados são Marco Maia (PT-RS), Andres Sanchez (PT-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Paes Landim (PTB-PI).
 
Políticos e outras pessoas na lista que não têm foro privilegiado são: Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-ministro do governo Temer; Sergio Cabral (PMDB-RJ), ex-governador do Rio de Janeiro, atualmente preso; Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara, atualmente preso; Duarte Nogueira (PSDB-SP), prefeito de Ribeirão Preto; Paulo Skaf (PMDB-SP), candidato derrotado a governador de São Paulo em 2014; Edinho Silva (PT-SP), ex-tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, atual prefeito de Araraquara; e Anderson Dornelles, ex-assessor direto da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
No STF, a decisão pela abertura de inquérito ou não caberá ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.

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