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Colunista - Edilson
Resistência
Data publicação 27/11/2018
Desde o início das revelações dos escândalos praticados pelo maior esquema de corrupção e roubo de dinheiro público da história de Humanidade, o Partido dos Trabalhadores e seus aliados vêm sofrendo sucessivas derrotas nos tribunais e nas urnas, culminando com o resultado da eleição presidencial do dia 28 de outubro.
 
A cada derrota dos esquerdistas surgem os seus esperneios cheios de ameaças, atitudes peculiares às crianças malcriadas e birrentas, nos quais eles também têm sido derrotados sucessivamente.
Podemos nos lembrar das ameaças feitas pelos líderes do PT, incluindo a presidente do partido, a senadora Gleici Hoffmann, mais conhecida na lista de propinas da Odebrecht por “Narizinho” ou “Amante” (por que será?), dos presidentes da CUT, do MST e do MTST, caso Lula viesse a ser preso. A guerra prometida por eles não aconteceu.
 
Também foi fadada ao fracasso a anunciada greve de fome. E olhe que nesta modalidade de esperneio o PT inovou, lançando o inédito “Rodízio de Greve de Fome”, no qual certo número de militantes permanecia por algumas horas sem nada comer e, depois, saia para almoçar, sendo substituído por outro grupo de “grevistas”. O gesto foi emocionante e comoveu-me muito!... Fui às lágrimas!... De tanto rir!
O mesmo destino também tiveram o “Lula Livre”, o “Acampamento Marisa Letícia” e, por último, o “Elenão”, uma vez que a maioria das mulheres que compareceram às urnas votou em Jair Bolsonaro e não no “Andrade”.
 
O último esperneio do PT, seus aliados e simpatizantes é a “Resistência”, prova inequívoca da completa falta de respeito à Democracia por parte da esquerda brasileira, que adora burlar as leis e não aceita os resultados do jogo político quando eles não os favorece.
 
Foi assim quando do impeachment da 4ª colocada nas eleições para o Senado em Minas Gerais. Aquela mesma que inventou o termo “Mulher Sapiens”, saudou a mandioca, vê um cachorro quando olha para uma criança, considera a Zona Franca a capital da Amazônia, espera a tecnologia para se estocar vento, propôs a caça à “mosquita” da dengue e não conseguia formular uma frase de forma compreensível. Naquela ocasião, passaram a chamar o processo, que foi conduzido pelo presidente do Supremo, como “golpe”.
 
Agora, depois de culparem o Whatsapp e o Facebook pela derrota nas urnas, inventaram a tal da “Resistência” da qual quase não se fala mais, revelando que o movimento não era tão resistente.
Quando, pela primeira vez, vi em uma rede social um eleitor do PT inserir em sua foto o termo “resistência”, logo veio em minha mente a lembrança da Resistência Francesa, no idioma original “La Résistance”, movimento nacionalista que não aceitou a capitulação do governo francês à Alemanha de Hitler, ocorrida em 22 de junho de 1940, e lutou pela libertação da França, ocorrida em 1944.
Porém, enquanto La Résistance foi um movimento legítimo e positivo, contra um governo opressor, imposto pela força, pelas armas, a “resistência petista” não passa de um esperneio de quem não ama a democracia e não aceitou a derrota por perder a “boquinha”.
 
A verdadeira resistência, na qual todo brasileiro precisa se engajar, a qual espero ser implantada a partir de 1º de janeiro do próximo ano, é a resistência contra a corrupção, contra a invasão de propriedades, contra a opressão, contra a injustiça, contra a violência, contra o crime organizado, contra o aborto, contra a tentativa dos simpatizantes do comunismo em destruir a família, os princípios éticos e morais e de impor a inversão de valores, contra a imprensa tendenciosa, que publica notícias mentirosas, e contra os programas e novelas de TV que incentivam e glamorizam a promiscuidade.
Como sempre fiz, pretendo continuar fazendo resistência!


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