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Colunista - Edilson
É um Assombro
Data publicação 12/11/2018
A minha maior surpresa na eleição presidencial realizada no dia 28 de outubro não foram os mais de 57 milhões de votos alcançados pelo deputado Jair Bolsonaro, em um partido pequeno e sem dinheiro. A minha surpresa, ou melhor, o meu assombro foram os mais de 47 milhões de brasileiros que tentaram devolver o comando de um país que pena em tentar sair de uma catastrófica crise financeira, social e institucional ao responsável por gerar toda essa situação: o “Presidiário de Curitiba”!
 
Sim!... Caso Bolsonaro fosse derrotado nas urnas, o Brasil não seria governado pelo fantoche Haddad, mas por Lula, o verdadeiro Pai do Mensalão, do Petrolão e de todos os escândalos relativos ao maior esquema de corrupção e desvio de dinheiro público da história da Humanidade, e seu bando de terroristas, criminosos e invasores. Ah... Pai, também, de três insignificantes que só se descobriram gênios das finanças quando o genitor ascendeu à Presidência da República, se tornaram milionários da noite pro dia.
 
Mas, o que mais me assombra nos 47 milhões de votos dados ao “Poste de Lula” é o fato de que grande parte deles veio de pessoas com formação universitária, com alto nível cultural e social, supostamente esclarecidas.
 
Soa estranho o fato de tais pessoas, ocupantes de cargos importantes, formadoras de opinião, toldarem os olhos para todos os absurdos cometidos nos 13 anos e cinco meses em que o PT de Lula e Dilma desgovernaram o nosso país, sucateando nossa economia, nossa infraestrutura viária, o serviço de Saúde Pública, a Segurança, o setor de Agronegócio e a Educação.
 
Aliás, torna-se uma piada de mau gosto pessoas que cursaram ou cursam uma faculdade, pessoas que se dizem educadores, pessoas que ostentam diplomas e títulos de mestre e doutores votando exatamente em quem esteve à frente do Ministério da Educação e levou o Brasil a naufragar para as últimas colocações dos rankings mundiais de Educação.
 
É algo estapafúrdio pessoas honestas, acredito que sejam, tentar entregar as chaves dos cofres do País às mãos de um membro de uma organização criminosa, como bem disse o ministro Celso de Mello, por ocasião do julgamento do Mensalão, que é réu em processo por desvio de recursos públicos. 
 
Você, em estado sóbrio, teria a coragem de entregar a guarda de sua filha adolescente aos cuidados de um estuprador? Você teria coragem de dar a guarda de seu filho de 10 anos a um notório pedófilo? Você teria coragem de dar a senha de sua conta bancária, de seu cartão de crédito, as chaves de seu cofre e um cheque em branco a um presidiário condenado por roubo?... Pois, é!... Quem votou no candidato do PT para Presidente da República procedeu de forma semelhante.
 
Aliás, esteve para cometer um erro muito pior, pois, conscientemente quis voltar a ser roubado pelo mesmo criminoso do qual já havia sido vítima.
 
Não questiono o fato de não terem votado em Bolsonaro, afinal, a democracia outorga ao eleitor o direito de votar em quem quiser ou, até mesmo, de não votar. O eleitor tem todo o direito de não gostar do presidente eleito, mesmo que tal sentimento seja por puro preconceito.
 
Eu muito me assombro é pelo fato de transformarem o ódio por Bolsonaro em amor por uma organização criminosa comandada por um presidiário que, para livrar a própria pele, joga aos leões seus antigos comparsas, inclusive sua falecida esposa, que não pode se defender das acusações a ela imputadas pelo cafajeste.
Realmente, é um assombro!
 


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