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Colunista - Edilson
Mulheres
Data publicação 15/03/2018

 

A vida da gente, principalmente a dos homens, é cercada e recheada de mulheres, afinal, a mulher é mãe, filha, irmã, tia, avó, esposa, amante... Vai falar que não é?... E, também, sogra!... Ah!... Quanta inveja de Adão!

Hum... Agora, você vai querer me corrigir, dando-me um puxão de orelha, afirmando que a sua sogra caiu do céu!... O que aconteceu com ela?... A vassoura dela quebrou?


Bem... Hoje, restam poucas mulheres em minha vida!... Minha mãe já faleceu e todos que a conheceram sempre me falam que ela foi uma grande mulher, embora baixinha. Aliás, uma adorável baixinha!


Sobram minha filha, com a qual passo muito menos tempo do que gostaria, mi-nha irmã, com quem sempre tive um ótimo relacionamento, e algumas tias, lembrando com saudade da querida Tia Iolanda, falecida no ano passado!... Um exemplo de vida e uma imensa saudade!


Não tenho mais esposa. Felizmente para ela, eu a livrei de mim. Também, não tenho namorada!... Faltam loucas no mercado!... Na verdade, seria uma enorme injustiça de minha parte, depois dos 60, eu querer avacalhar a vida de uma mulher!... O bom disso é que estou livre de sogras e de cunhados!


Mas, outro dia, quer dizer, outra noite, eu sonhei que estava casado. Não me lembro com quem!... Só lembro que ela tinha uma mãe!... Com isso, no sonho, ou melhor, no “pesadelo”, eu tinha uma sogra, e das chatas!


Em todos os dias, quando eu chegava do trabalho, ela estava lá em casa e, sempre, criticando alguma coisa que eu fazia. Em uma sexta-feira, depois de eu chegar tarde em casa na noite anterior, quando estive na “Quinta Sem Lei”, tomando várias cervejas com os amigos, saboreando o delicioso tiragosto preparado pelo Noilton, a sogra chega em casa antes das sete da manhã para criticar a cerveja, dizendo que a bebida mata.


Foi quando eu dei um murro na mesa e fiz um inflamado discurso em defesa da cerveja, afirmando categoricamente que a água mata muito mais e comecei a confirmar minha tese, lembrando-a fatos históricos.
O primeiro foi o Dilúvio, quando toda a população da Terra, com exceção a Noé, sua esposa, seus três filhos e suas três noras, morreu exatamente por beber muita água.


Lembrei, ainda, do acidente ocorrido no Réveillon de 1988, quando o barco Bateau Mouche naufragou na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro. Disse a ela: ”Enquanto o pessoal do barco estava bebendo champanha, uísque, vodka, vinho e cerveja, ninguém tinha morrido!... Foi só começarem a beber água, morreram 55 pessoas!”.
Fui além, lembrando à cobra, quer dizer, à sogra, o episódio do Tsunami ocorrido em 2004, no Oceano Índico, causando a morte de mais de 230 mil pessoas em 14 países diferentes. Perguntei a ela: “Tsunami é feito de quê?... De água!... A senhora já viu algum tsunami de cerveja?... Viu?”.


Continuei o discurso: “Ninguém limpa o teclado do computador ou algum outro aparelho com água!... Usa álcool!... A água enferruja!... O álcool, não!”... E completei meu massacre verbal: “Qual a primeira coisa que a senhora faz quando sofre um arranhão no braço ou na perna?... Com certeza, passa álcool no local, para evitar alguma infecção!... Sabe por quê?... Porque o álcool limpa, purifica!... Por isso, quando estou na ‘Quinta Sem Lei’ eu não estou enchendo a cara, como a senhora gosta de dizer!... Eu estou participando, com meus amigos, de uma cerimônia de purificação!”. Ela ia me jogar uma panela, mas ainda bem que eu acordei.


Deixando a brincadeira de lado, vai um conselho a você, meu querido leitor. No almoço deste domingo, escolha um bom vinho e faça um merecido brinde às maravilhosas e inesquecíveis mulheres da sua vida.


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