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Colunista - Edilson
Terra Arrasada
Data publicação 23/05/2016
Eu não me simpatizo com o PMDB e tampouco com o PSDB. Aliás, ainda não surgiu um partido político em nosso país com o qual eu me identifique. A minha bandeira é o Brasil e o meu interesse é ver o nosso sofrido povo livre das artimanhas e dos esquemas praticados pela quase totalidade dos políticos brasileiros e seus partidos.
 
Apesar disso, neste momento, eu estou torcendo muito pelo sucesso do governo de Michel Temer. E o faço pelo fato disso significar a possibilidade do País sair do fundo do poço e das portas da falência em que foi colocado pelo desgoverno que a organização criminosa capitaneada por Lula praticou, nos últimos 13 anos, com requintes de crueldade.
 
Aliás, mostrando sua capacidade de promover terrorismo, adquirida em sua juventude, quando era integrante de grupos terroristas, entre os quais o Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), Dilma Rousseff, antes de ser afastada da presidência, obviamente orientada por Lula, seu mentor, aplicou a tática da “Terra Arrasada”, para prejudicar, ao máximo, o desempenho do governo de Temer.
 
Estratégia de guerra utilizada pela Rússia contra a França de Napoleão Bonaparte e a Alemanha de Hitler, a tática de terra arrasada consistiu na retirada das tropas e dos ocupantes do território em conflito, destruindo tudo, para prejudicar e, até, matar de frio e de fome a tropa inimiga.
 
Nos seus últimos dias de poder, mostrando sua verdadeira face, Dilma tomou uma série de medidas, sem a menor preocupação com os prejuízos que seus irresponsáveis atos pudessem causar à União e, consequentemente, ao povo brasileiro.
 
Agindo como uma criança pirracenta, que ao ser obrigada a entregar o brinquedo a outra criança prefere destruí-lo, antes de ser afastada de seu controle devido à sua irresponsabilidade e incompetência, Dilma tomou todas as medidas possíveis e permitidas para emperrar a “máquina”.
 
A autorização para construção de mais de 11 mil casas, a assinatura de convênios com universidades e a liberação de reajuste salarial para oito categorias do funcionalismo público, entre outras medidas tomadas por Dilma, mesmo ela sabendo que não existem recursos financeiros para isso, só aconteceram para aumentar o rombo das contas da União que, se no ano passado foi de R$ 117 bilhões, para este ano deverá chegar aos R$ 200 bilhões e não R$ 96 bilhões como ela mentiu. 
 
O pior é existir quem a defenda, como os chorosos artistas “viúvas” do inaceitável e oportunamente extinto Ministério da Cultura e gigolôs da nociva Lei Rouanet. Aliás, eles defendem todos os mais de 13 anos de assalto praticado nos cofres públicos, dos quais se beneficiam, que são sustentados pelo suor dos trabalhadores, tanto os assalariados como os patrões. 
 
Quem aprova tamanha roubalheira, certamente, não tem mãe, ou melhor, talvez nem saiba quem é o pai. Afinal, ainda não se apercebeu que será nessa Terra Arrasada que ele vive, onde, se não ocorrerem profundas e grandes mudanças, seus filhos e seus netos enfrentarão enormes dificuldades em conseguir sobreviver.


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