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Colunista - Edilson
Intervenção, já!
Data publicação 04/04/2016
O afastamento de Dilma Rousseff do poder se tornou uma necessidade urgente. Na minha opinião, uma questão de sobrevivência!... Porém, a simples troca de comando não trará a solução para os problemas vivenciados pelo povo brasileiro.
 
O Brasil precisa de mudanças profundas e isso será impossível de acontecer, caso não ocorra a mudança desse modelo político, que se mostrou viciado e facilita, favorece e incentiva a corrupção, câncer do qual a nação precisa se ver livre, definitivamente.
 
Para se implantar as mudanças necessárias a tornar o Brasil uma potência mundial e proporcionar a todos os brasileiros as condições de vida que a riqueza do País pode e deve financiar, é preciso que ocorra uma intervenção, pois o poder, no Brasil, está apodrecido em sua alma.
 
E eu não me refiro à uma intervenção militar, como muitos pregam, mas uma “intervenção branca”, com a participação e o envolvimento dos diversos setores da sociedade, sem a necessidade do uso da força e da violência.
 
O grupo interventor, que necessitaria, sim, do apoio das forças armadas para seu funcionamento, seria composto por representantes, por exemplo, da CNBB, OAB, Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Maçonaria, Rotary, Lions, Orbis Clube, das Confederações Nacionais da Indústria, do Comércio, do Transporte, da Agricultura, dos Trabalhadores em Educação, dos Trabalhadores em Saúde e da Confederação Nacional de Municípios, entre outras instituições representativas.
 
A este conselho seria dada a responsabilidade de processar, em período previamente estabelecido, as mudanças necessárias, entre as quais a reforma política, a reforma tributária, a reforma do Judiciário e do Pacto Federativo. Em consequência disso, ocorreriam as reformulações dos códigos Civil, Penal, de Processo Civil, de Processo Penal e todas as demais leis.
 
Competiria a este conselho, dentro do prazo estabelecido, proceder as mudanças necessárias e suficientes a restabelecer a governabilidade da União, dos estados e dos municípios; o controle do Estado; a manutenção e cumprimento dos direitos constitucionais do cidadão; o combate eficaz à corrupção e o resgate da confiança da população nas instituições.
 
Concluídas as mudanças, seriam convocadas eleições gerais no País, em todos os níveis, das quais as pessoas condenadas, acusadas ou envolvidas em escândalos e crimes de corrupção estariam terminantemente proibidas de participar, sendo o voto facultativo e não mais obrigatório.
 
Tais mudanças passariam pelo enxugamento da “máquina pública”, sendo expurgados os exageros de benesses, vantagens e mordomias dos ocupantes de cargos eletivos e sendo estabelecidas punições severas para participantes de esquemas de desvio de recursos públicos.
 
Não tenho sequer a menor sombra de dúvida de que, assim sendo, o Brasil iniciaria um processo de desenvolvimento jamais experimentado, no qual o Estado estaria com totais condições de oferecer ao cidadão, independente de seu nível socioeconômico, serviços de saúde, educação e segurança pública de qualidade, com políticas suficientes a permitir o empreendedorismo e, consequentemente, fomentando a oferta de empregos em quantidade e com salários justos.
 
Não basta, apenas, tirarmos os corruptos do poder!... Mais do que isso, precisamos expulsar a corrupção do Brasil!


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