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Colunista - Edilson
Embuste
Data publicação 14/03/2016
Nos últimos 13 anos o povo brasileiro foi vítima do maior assalto já praticado em toda a história da humanidade, executado pela quadrilha que se apropriou do poder através de fraudes, mentiras, dinheiro ilegal e atos ilícitos, felizmente hoje descobertos pelo excelente trabalho da Polícia Federal, dos Procuradores e do juiz Sérgio Moro.
 
Lamento que muitas pessoas, até então tidas como inteligentes e corretas, insistam em contribuir em divulgar as mentiras que o principal cabeça desta organização criminosa tenta pregar, se passando por vítima, aliás, artimanha usual dos covardes.
 
Os tolos defensores do câncer chamado Bolsa Família, ao qual apelidam de programa social, e de seus pais, movidos pela sua miserabilidade ou por sua ignorância, não compreendem ou querem não compreender que a distribuição dessa migalha é paga por alguém e esse “alguém” é o próprio povo, a quem o governo petista nega saúde, educação e segurança pública de qualidade, infraestrutura básica, desenvolvimento e geração de empregos. Afinal, os impostos pagos pela população são desviados, roubados ou transformados nessa esmola.
 
O maior idiota é aquele que gosta de ser enganado e os simpatizantes de Lula e de sua quadrilha são assim, pois endeusam um dos maiores, ou melhor, o maior mentiroso da história do Brasil, que abusa da inteligência dos justos ao se auto intitular “honesto” e querer nos empurrar goela abaixo seu embuste.
 
Pretende, o “alma pura”, nos fazer acreditar que ele é dono da amizade de “almas generosas” que se uniram para lhe presentear com o sítio de Atibaia, com a reforma do imóvel e com a troca de toda a mobília, sendo abençoado com a instalação de uma torre de telefonia no meio de um área quase inabitada.  
 
O “mais honesto dos homens” ousa declarar não ser o dono do tríplex do edifício Solaris, no Guarujá, ao qual ele, a esposa e os filhos visitaram por várias vezes, reformado e devidamente mobiliado por envolvidos no Petrolão, para atender ao gosto e aos caprichos da ex-primeira-dama, sendo, inclusive, construído um elevador privativo.
 
Tenta, o “honesto mor”, fazer-nos acreditar que em sua curta carreira de palestrante, “coincidentemente” e abruptamente interrompida ao ser deflagrada a Operação Lava Jato, lhe rendeu R$ 27 milhões, no período de 2011 a 2014, quando chegou a receber R$ 480 mil por uma palestra, enquanto o mais requisitado palestrante do País, no momento, cobra R$ 40 mil para cada ministração.
 
Não bastasse isso, o “Jararaca”, como ele próprio se chamou, quer nos convencer de que seu filho mais velho, outrora um simples monitor da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, cargo para o qual se capacitou por sua familiaridade com as víboras, só veio a descobrir sua genialidade para as negociatas, quer dizer, para os negócios quando o pai ascendeu à Presidência da República.
Ou nos convencer de que o “jararaca-caçula”, especialista em “control-c, control-v”, se tornou um especialista em marketing esportivo e conseguiu receber, do único cliente que conquistou, R$ 2,4 milhões por uma única consultoria copiada da Wikipédia.
 
Nem atleticano acredita!


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