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Colunista - Edilson
Ideias
Data publicação 25/05/2015
A criatividade é uma fermente a ser utilizada nos períodos difíceis, quando os recursos são escassos, o fracasso parece iminente e o objetivo a ser alcançado é revestido de grande importância.
 
Pensando assim, no final do ano passado, diante da possibilidade, que para meu pesar se confirmou, de assistir nossa amada Caratinga atravessar por mais um período de Natal obscurecida e triste, que apresentamos uma proposta, sem a menor pretensão oculta, para tal fato não mais se repetir.
 
Na proposta, mantida até hoje sem resposta, foi sugerida uma campanha, envolvendo os estudantes de nossas escolas, na qual cada escola ou turma se incumbisse em produzir, utilizando-se material reciclável, a decoração natalina de determinada rua ou praça da cidade, competindo com as demais na ornamentação mais bonita e criativa, embelezando e iluminando a cidade.
 
Em uma primeira etapa do projeto, se promoveria uma gincana entre as escolas, premiando a quem – escola ou turma – se mostrasse mais capaz e eficiente na tarefa de recolher o material reciclável a, posteriormente, ser utilizado na preparação dos enfeites de Natal.
 
A partir de então, em uma segunda etapa, após distribuídas entre as turmas as ruas e praças da cidade, com ou sem orientação de designers ou artistas plásticos, as escolas se transformariam em um quartel de artesãos.
 
Em todo o processo, a participação dos alunos, naturalmente, traria para a disputa suas famílias, produzindo um envolvimento salutar, onde a tão buscada aproximação entre os pais de estudantes e escolas aconteceria sem o mínimo esforço.
 
Concluídos os trabalhos, uma vez enfeitadas as ruas, a cidade se tornaria mais viva, mais alegre, mais bonita... E, assim, com seu brilho, a cidade enfeitada traria as famílias para as ruas e, também, atrairia pessoas de outras cidades.
 
Diante disso, quem viria para ver a beleza, também viria as vitrines, as roupas, os sapatos, as bolsas... Os preços... E motivada por clima e ambiente tão festivo, os gastos se tornariam mais amenos e bem mais facilmente justificáveis.
 
Paralelamente ao esforço de nossos criativos e determinados alunos, o setor próprio da administração, se mobilizaria na formação de corais de alunos em cada escola que não o possui, elaborando uma escala, para que eles pudessem se apresentar em dias e locais alternados, com uma, duas ou várias canções natalinas... Dando ao período de Natal, além do brilho, cor e som!
 
Ah!... E para não deixar os adultos de fora, convidar-se-ia as igrejas, com seus grupos musicais a, também, se juntarem à cantoria, em uma festa de todos e para todos.
 
Alegro-me em saber que algumas pessoas começam a acreditar que isso seja possível e já se ensaia uma movimentação de verdadeiras autoridades, voltada a debater o tema e tornar em realidade a simples ideia e sugestão de quem não se conforma em ver sua terra natal, outrora tão alegre e festiva, transformando-se, ano após ano, em uma cidade fria, feia e entristecida.


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